Poeminhas

No bar


O poeta sempre traz um amor louco
Que o faz perder quinhão de força a toa,
E em copos de cerveja, se perdoa
Caindo docemente em verso e outro.

Aturde a voz molhada em serenatas
Que tiram seu vigor por noite adentro
Faz-se por isso então esquecimento
Chovendo ao sol poetisa alvorada
Com letras se confunde em sentimentos
Em sôfregas canções de vis sabores

Na roda iludida em vãs certezas

Amigos lamentando as mesmas dores
Tocando uns velhos sambas, pois, serenos
Cantando amor eterno, à mesma mesa.

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